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    January 30

    EUA divulgam pior PIB em 5 anos e bolsas abrem em qu

    A divulgação do PIB americano reforça ainda mais a atenção dos mercados para a decisão do banco central dos EUA (Federal Reserve), que anuncia ainda hoje sua decisão sobre a taxa de juros. Na semana passada, em decisão inesperada, o Fed cortou a taxa em 0,75 ponto porcentual. Para a decisão desta quarta, a aposta majoritária é de um corte de 0,5 ponto porcentual, mas não se descarta uma redução menos agressiva de apenas 0,25 ponto porcentual, o que causa apreensão entre os investidores.

     

    Os mercados também podem reagir à notícia divulgada ontem à noite, após o fechamento dos mercados, de que o FBI abriu um inquérito criminal em 14 empresas, por conta das alegações de fraude em diversos estágios do processo de securitização hipotecária. O FBI não informou quais são as empresas, e vai trabalhar junto com a SEC - órgão de fiscalização norte-americano - na apuração.

     

    Resultados negativos

     

    Os bancos europeus UBS e BNP Paribas revelaram novas perdas relacionadas ao mercado imobiliário norte-americano. O UBS informou que sua baixa contábil no quarto trimestre será de US$ 14 bilhões - US$ 4 bilhões a mais do que o previsto anteriormente -, o que contribuirá para o prejuízo do banco suíço de aproximadamente 4,4 bilhões de francos suíços (US$ 4,02 bilhões) no ano. O BNP informou que seu lucro líquido caiu 42% no quarto trimestre para 1 bilhão de euros, após sofrer baixa contábil de US$ 850 milhões.

     

    Já as ações do Merrill Lynch perderam 1,8% no pré-mercado, depois que a Oppenheimer & Co. rebaixou sua recomendação do banco, afirmando que o Merrill tem "a maior probabilidade de novas baixas contábeis em 2008".

     

    No setor de tecnologia, as ações do Yahoo! despencaram mais de 10% em Frankfurt, após anunciar queda de 23% em seu lucro no quarto trimestre para US$ 205,7 milhões. O resultado veio em linha com as previsões, mas o mercado não gostou das projeções da empresa. Para o atual trimestre, o Yahoo! prevê uma receita líquida entre US$ 1,28 bilhão e US$ 1,38 bilhão, de uma estimativa de US$ 1,37 bilhão dos analistas. O Yahoo também anunciou que vai cortar 1.000 empregos. O Citigroup reduziu a recomendação do Yahoo de compra para manter.

     

    Já as ações da Merck perderam 2,5%, depois de informar seu balanço do quarto trimestre. A empresa informou que registrou prejuízo de US$ 0,75 por ação no quarto trimestre, ante o lucro de US$ 0,22 por ação no ano anterior, devido a uma despesa de US$ 4,85 bilhões para acertar o processo contra o remédio Vioxx e de US$ 185 milhões relacionada a custos de reestruturação.

     

    A Boeing, por sua vez, caiu 1,4% no pré-mercado, depois que a empresa cortou sua projeção de receita para o ano de US$ 67,5 bilhões a US$ 68,5 bilhões para a faixa entre US$ 67 bilhões e US$ 68 bilhões. O lucro por ação da Boeing cresceu de US$ 1,30 para US$ 1,35 no quarto trimestre, levemente acima das previsões do mercado de US$ 1,32.

     

    Na ponta positiva, as ações da Eastman Kodak ganharam 2,2%. A empresa obteve lucro líquido de US$ 215 milhões (US$ 0,71 por ação) no quarto trimestre, desempenho que indica um salto de 1.244% se comparado ao ganho de US$ 16 milhões (US$ 0,06 por ação) apurado em igual período do ano anterior.Os investidores receberam com pessimismo a notícia de que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos teve em 2007 o pior desempenho em cinco anos. Dados divulgados na manhã desta quarta-feira, 30, mostram que o PIB avançou 0,6% no quarto trimestre e 2,2% no ano todo - menor taxa anual desde o crescimento de 1,6% em 2002. As bolsas de Nova York abriram em baixa. Às 12h50 (horário de Brasília), o índice Dow Jones - que mede o desempenho das ações mais negociadas em Nova York - cai 0,40%. A Nasdaq - bolsa que negocia ações do setor de tecnologia e internet - cai 0,32%.

     
     
    January 24

    ''''Sou um governador amordaçado''''

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    Peemedebista afirma que foi vítima de ''''golpe absoluto'''' à liberdade de expressão e levará caso a organismos internacionais
     
    O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), disse ontem que é alvo de pressões e chantagens de instituições poderosas. Em entrevista ao Estado, apontou o Ministério Público, a magistratura e a imprensa como desafetos. E afirmou que sua "independência e firme disposição de combate aos corruptos" são a causa da censura de que se diz vítima.

    Requião está proibido por ordem judicial de fazer críticas pela Rádio e Televisão Educativa do Paraná (RTVE) a rivais políticos e a poderes públicos que, na sua avaliação, o recriminam. A sentença, que ele classifica de "golpe absoluto ao princípio constitucional da liberdade de expressão", foi aplicada pelo desembargador Edgar Lippmann Jr., do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, que acolheu recurso da Procuradoria da República.

    Em represália, Requião tirou a RTVE do ar na terça-feira e entrou em choque com a procuradora-geral do Estado, Jozélia Nogueira Broliani, que pediu demissão, alegando ter sido destratada em público.

    Ontem, substituiu Jozélia o procurador Carlos Frederico Marés de Souza Filho, diretor do Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul e amigo de Requião de longa data. A RTVE voltou à programação normal, mas sem manifestações do chefe do Executivo.

    "Sou um governador amordaçado", disse ele, às 12h45, pouco depois de cavalgar 18 quilômetros pelo bosque da residência oficial, em Pinhais, nos arredores de Curitiba. Antes de receber uma delegação de 40 autoridades chilenas, Requião falou da polêmica. Anunciou que vai a organismos internacionais. "É preciso que a sociedade tome conhecimento que o governador do Paraná está forçado a ficar calado. É um recado que dou para o Estadão também. Hoje sou eu, amanhã pode ser o Estadão."

    Por que o senhor acha que está sob censura?

    Estou censurado da forma mais absoluta e completa por iniciativa do Ministério Público Federal. Um juiz federal (desembargador Edgar Lippmann) estabeleceu a censura, violando todos os princípios constitucionais e me punindo com uma multa de R$ 50 mil por uma infração, na primeira vez, e R$ 200 mil na reincidência. Sua excelência me proibiu de fazer críticas às instituições, ao Ministério Público, à magistratura e à imprensa. Não me promovo pela Educativa. Debato assuntos, denuncio a corrupção e desminto notícias inverídicas da grande imprensa, inverdades sobre o Paraná. Disseram que o gargalo do Estado era o Porto de Paranaguá. Mostrei que o porto é uma maravilha, o segundo do Brasil, maior exportador de grãos da América Latina. Impedi a privatização do porto. Isso contrariou grandes interesses.

    Por que o senhor acha que a imprensa o persegue?

    Porque cortei a verba de publicidade. A ganância da imprensa é terrível. No governo anterior foi gasto R$ 1,5 bilhão com propaganda veiculada na imprensa (Jaime Lerner, antecessor de Requião, não foi localizado para falar sobre o dinheiro que gastou com propaganda; seu escritório político em Curitiba informou que ele está fora do País). Reduzi a zero o gasto com a imprensa. E é uma coisa maluca, eu cortei esse dinheiro e não tem acerto. O cara que estava acostumado com o dinheiro que recebia não se conforma mais com a redução. Eu fiquei apanhando na campanha eleitoral. Esse pessoal quase acabou comigo. Inventaram uma história de um suposto assessor com esquema de escuta telefônica. Não tinha nada a ver comigo, me tiraram 15 pontos em 3 dias de campanha. Quase me derrotaram. Pouco importa se eles acabam comigo eleitoralmente. Moralmente não acabam. Vou mostrar para os meus filhos que vale a pena ser sério no Brasil. Estou escrevendo com atos e atitudes minha biografia. Não quero saber se o Estadão gosta. Como eu não tenho espaço na mídia privada, vou à Educativa para expor meus programas e medidas. Quando eu faço esse contraponto vem o Ministério Público e diz que estou fazendo promoção pessoal.

    Quem são seus adversários?

    É tudo subjetivo. Amanhã eu descubro um ladrão de dinheiro público que deu um desfalque e eu o denuncio. É meu adversário. Mas se eu fizer isso pego multa de R$ 50 mil e R$ 200 mil na reincidência. Não é o governador do Paraná que está sendo censurado. É um princípio constitucional que está sendo atacado. É censura prévia kafkiana restabelecida no Brasil. Fui à TV e imitei o Estadão. Dei uma interessante receita de ovo frito. Isso me custou R$ 50 mil, porque acharam que eu estava debochando do juiz. Os militares não multaram o Estadão quando publicava Os Lusíadas e receita de bolo em protesto contra a censura. Mas eu fui punido porque dei receita de ovo frito.

    É essa a finalidade da TV Educativa do Paraná?

    É uma televisão pública, é a televisão do Estado do Paraná. Ela funciona na formação da opinião. Instalei um programa denominado Escola de Governo e toda terça-feira reúno os principais escalões da administração para discutir ações. Discutimos pendências judiciais do Estado, as questões que levamos à Justiça, desfalques no erário, malversação de recursos públicos, precatórios pagos indevidamente, créditos tributários inexistentes, processos pesados. A censura é uma violência absoluta. Então dizem eles que o governador deve procurar a imprensa privada para se manifestar.

    Qual é a origem da ação que provocou a crise na Educativa?

    Denunciei supersalários no Ministério Público. Foi aí que surgiu a ação de censura. Denunciei supersalários e aposentadorias indevidas, uma série de irregularidades que estamos corrigindo através da Paraná Previdência. Não posso admitir essa história de fixação de salário sem lei. Vinculam os contracheques daqui aos salários federais. Não temos nada com isso e o Estado recebe a conta. Isso tem que ser regularizado. Um professor doutor se aposenta com R$ 5 mil. Um procurador de Justiça faz concurso e começa com R$ 16 mil. Se acumula a Justiça Eleitoral começa com R$ 20 mil. Esses disparates eu não denunciei, eu revelei. Mostrei que temos que refletir sobre isso e convidei o Ministério Público a refletir sobre o equilíbrio dos salários. Exerci o direito e dever de denunciar a defasagem salarial entre um professor universitário e um procurador. Demonstrei que a República não pode funcionar assim. Aí começou a guerra. Aí veio a ação da censura, fulminada por uma juíza de primeira instância. Mas aí agravaram e um juiz federal deu a liminar, que foi uma agressão. Ele (desembargador Lippmann) não pode julgar mais nada, está agindo parcialmente, está me agredindo.

    Quanto o senhor recebe?

    Líquido eu ganho R$ 18,6 mil, mais ou menos assim.

    A procuradora Jozélia Broliani o acusa de tê-la destratado.

    A Procuradoria do Estado não funcionava no ritmo do governo. O problema básico meu com a procuradoria é que essas medidas judiciais têm quase 15 dias e não havia ainda uma contestação, estava muito devagar. Tenho um sentimento de impotência e de tristeza diante dessa decisão absurda da Justiça, que traz a censura de volta. Fico mais triste ainda quando vejo que jornais como o Estadão festejam tudo isso. Não gostam das minhas posições. Eu sou nacionalista, um governador aguerrido em defesa do interesse público, combato com dureza a corrupção. E vejo a imprensa se colocar contra mim porque não cedi a uma pressão para gastar recursos do erário em comunicação. Sou um governador que não pode mais ter opinião porque um juiz federal não quer. O próximo passo é cortarem a minha cabeça. Mas vou continuar recorrendo. Vou levar essa decisão à ONU, à OEA e aos organismos internacionais que defendem a liberdade de expressão.

    O senhor não aceita críticas?

    Eu debato críticas, claro que eu as aceito. Quem pode não aceitar críticas? Convidei o juiz Lippmann para vir debater na TV Educativa. Aliás, antes mesmo de eu conhecer a ação da censura, ele já estava dando entrevistas.

    Quem é: Roberto Requião
    Está no terceiro mandato como governador do Paraná.
    É advogado e jornalista.
    Começou na política em 1982, como deputado estadual. Em 1985, elegeu-se prefeito de Curitiba.

    PT fez empréstimo para pagar posse de Lula, diz Delúbio

     
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    SÃO PAULO - O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares reafirmou, na tarde desta quarta-feira, 23, a versão de que o partido contraiu um empréstimo junto ao BMG, no valor de R$ 2,4 milhões, com o objetivo de quitar um déficit causado por despesas relacionadas à festa da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no período da transição do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para a gestão petista, em 2003.

     

    Delúbio iniciou, pouco antes das 17 horas, depoimento no Fórum Criminal da Justiça Federal em São Paulo, no inquérito que trata do escândalo do mensalão. O ex-tesoureiro do PT depõe a portas fechadas, mas as primeiras informações foram repassadas por advogados que acompanham os procedimentos.

     

    Delúbio já havia apresentado, anteriormente, a decisão referente à festa da posse de Lula em depoimento à Justiça Federal no início do mês. O depoimento do ex-tesoureiro do PT começou quase uma hora após a conclusão da exposição realizada pelo ex-diretor da corretora Bonus-Banval Breno Fischberg.

    RORAIMA - LEIA POR FAVOR - É MUITO IMPORTANTE PARA O BRASIL

    A PRÓXIMA GUERRA

     

    Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou

    recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima.

    Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.

    As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um

    pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um

    relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

    Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até

    pessoas com um mínimo de instrução.

    Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a

    verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem

    razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e

    por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem

    muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui

    quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais

    e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário

    público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do

    governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do

    Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam

    apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas,

    para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na

    única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus,

    cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena

    Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde,

    nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da

    FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.

    Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos,

    europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90%

    dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

    Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma

    autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A

    maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a

    maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas

    reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum

    se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada,

    que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas

    pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas

    típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes

    naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar

    'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a

    maioria dos produtos típicos da Amazônia...

    Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: E os

    americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma

    resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora

    simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:

    'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam

    tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar

    essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando

    determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser

    a mesma coisa'.

    A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é

    um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena.

    O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos

    indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande

    base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa

    parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o

    narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois

    essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada

    para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada,

    principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um

    incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando

    venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana

    por cerca de 200 dólares.

    Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto

    proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras

    indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são

    extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em

    quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de

    Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

    Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de socorro a

    alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma

    autoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a

    quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande

    abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???

    Acho que sim.

    Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo

    desses absurdos.

    Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.

    Patog. FMRP - USP

    Opinião pessoal:

    Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o

    maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante

    que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais

    antes que isso venha a acontecer.

    Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus

    lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza

    norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a

    fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio

    deste e-mail.

    Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

    Tel: (19) 3233-1840

    Celular: (19) 9136-6472

    E-mail´s: celso@ufba.br;

    celso@agr.unicamp.br;

    celsoborges@gmail.com

    January 23

    EM TEMPO (CORREÇÃO)

    ESTE BLOG É PESSOAL (PESSOA FISICA), EM RELAÇÃO AOS DRS. ALBINO CASTRO; EUCYR CORDEIRO E JOSÉ CARLOS, QUERO CORRIGIR A INFORMAÇÃO QUE LHES PASSEI: ELES SÃO ADVOGADOS DA MINHA PESSOA FISICA, NÃO PRESTAM SERVIÇOS PARA NENHUMA EMPRESA MINHA OU QUE EU POSSA VIR A CONSTITUIR, PORTANTO PEÇO DESCULPAS SE ME INTERPRETEI MAU E SUBSCREVO-ME: LUÍS CARLOS AMARAL
    January 21

    Lentidão e corte de verbas ameaçam obras do PAC

     

    dilma

    O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), peça-chave do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, completa um ano sob a ameaça de cortes de verbas. Doze meses depois de lançado, o conjunto de obras mostra poucos avanços visíveis à população.

    O fantasma do apagão elétrico, que o PAC tanto tentou afastar, continua assombrando o País. Além disso, há dúvidas se o crescimento do PIB, previsto em 5% para este ano, será concretizado com a deterioração da economia internacional. Os economistas projetam uma expansão mais modesta: 4,5%.

    Porém, se os planos do governo forem bem sucedidos, o PAC será uma poderosa máquina de turbinar as campanhas municipais Brasil afora, fortalecendo as bases do PT e de seus aliados. Se os governos e prefeituras forem ágeis, em meados do ano o País será um "canteirão de obras", como prometeu no ano passado a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

    Projetos ambiciosos de urbanização de favelas, saneamento básico e construção de casas populares negociados em 2007 deverão sair do papel. São obras em cidades, que tornarão o PAC mais visível aos eleitores. Por causa delas, a construção civil espera um crescimento de 6% este ano.

    No Rio, o governo estadual está programando um início de impacto: a polícia planeja uma megaoperação na favela do Alemão antes do início das obras do PAC. São R$ 859 milhões para obras no Complexo do Alemão, Manguinhos e Rocinha.

    Amanhã, Dilma deverá apresentar o balanço de um ano do PAC, destacando como principais avanços a licitação da hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, e a privatização de sete trechos de rodovias federais. Nos dois casos, depois de consumir anos na burocracia, o governo conseguiu assegurar que os serviços terão tarifas tão baratas que surpreenderam os especialistas.

    O preço da eletricidade ficou 35% menor do que o máximo fixado pelo governo. No caso das rodovias, o pedágio ficará em média 45% abaixo do preço do edital, sendo que na Fernão Dias os carros de passeio pagarão R$ 0,997, valor 65,4% menor que o máximo autorizado.

    Os dois projetos ainda não saíram do papel. A usina de Santo Antônio deverá gerar energia a partir de 2012, com as obras começando este ano. As rodovias só serão entregues aos concessionários em fevereiro. Serão necessárias algumas semanas até que as intervenções de melhoria comecem.

    LENTIDÃO

    No mais, porém, o PAC continua sofrendo com a lentidão da máquina pública - um mal que ficou evidente nos balanços quadrimestrais. No balanço de setembro, a meta era obter a licença prévia do Ibama até 30 de dezembro para a construção da hidrelétrica Pai Querê, mas o órgão só começará a analisar o processo em fevereiro.

    A usina nuclear Angra 3, que teria de ter recebido a licença até o dia 10 deste mês, está longe disso. A Justiça suspendeu a validade das audiências públicas já realizadas em Angra, Parati e Rio Claro.

    Segundo dados preliminares divulgados pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em 2007 estavam reservados R$ 16,5 bilhões para o PAC. Desses, R$ 16 bilhões foram comprometidos com o pagamento a algum fornecedor ligado às obras. Porém, apenas R$ 7,3 bilhões foram pagos. Ou seja, menos de metade dos investimentos programados para o ano passado foram concluídos. O restante continuará em andamento em 2008.

    Em teoria, investimentos que previstos para 2007 presos na burocracia ganhariam velocidade este ano. Porém, surgiram novos problemas. O primeiro é que as verbas do PAC poderão ser cortadas no ajuste das contas federais necessário com o fim da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF).

    Outro é a lei eleitoral, que impede, a partir de julho, repasses para obras não iniciadas. Apesar do esforço do ministro das Cidades, Márcio Fortes, o ritmo é lento: dos R$ 32 bilhões reservados para obras de saneamento, habitação e urbanização, apenas R$ 17 bilhões foram empenhados.

    NÚMEROS

    R$ 859 milhões

    serão investidos no Complexo do Alemão, Manguinhos e Rocinha

    R$ 16 bilhões
    foram comprometidos para pagamento de fornecedores e mercadorias para obras do PAC em 2007

    R$ 7,3 bilhões
    é o total pago até agora

    Líderes palestinos pedem fim do bloqueio à Faixa de Gaza

    gaza
    GAZA - Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, pediu por meio de seu porta-voz que Israel encerre o bloqueio à Faixa de Gaza e permita a entrada de combustível para 'facilitar a vida dos inocentes', que estão sem eletricidade desde o último domingo. Já o dirigente do Hamas, Khaled Mashaal, fez um apelo nesta segunda-feira, 21, ao presidente egípcio, Hosni Mubarak, para que adote medidas contra o bloqueio israelense. "Faça algo para evitar esta agressão", pediu o dirigente do Hamas.

    Abbas, que perdeu o controle da Faixa de Gaza ao Hamas no ano passado, também pediu uma reunião especial com os ministros das Relações Exteriores do mundo árabe para discutir a crise e a possibilidade de levar a questão ao Conselho de Segurança da ONU, caso Israel não atenda ao seu apelo. As informações foram divulgadas nesta segunda pela BBC.

    Um terço de Gaza continua nesta segunda sem eletricidade, depois que a única central elétrica da faixa foi obrigada a interromper sua provisão na tarde de domingo, 20, em função da falta de combustível motivada pelo bloqueio israelense. A região depende da energia elétrica fornecida por Israel, que, desde quinta-feira, fechou todas as passagens fronteiriças com Gaza. O bloqueio foi realizado em represália aos lançamentos de mísseis contra áreas exclusivamente civis do país, que vêm ocorrendo diariamente e são atribuídos ao Hamas.

    A interrupção da atividade na usina, que cobre um terço do consumo elétrico na faixa, deixou sem energia a Cidade de Gaza e os campos de refugiados de Al-Bureij e Nuseirat, ao sul da capital. A medida gerou o alarme diante do risco de uma crise humanitária em um território onde 80% da população já vive graças à ajuda internacional.

    Na noite de domingo, a população se aglomerava nas portas dos mercados por medo de ficar sem itens básicos, enquanto os hospitais temem que o "blecaute" os impeça funcionar.

    Altos comandantes militares israelenses reconhecem na edição desta segunda do jornal The Jerusalem Post que os alimentos podem ficar escassos durante a semana, e o mesmo pode acontecer com os medicamentos.

    No fim da noite de domingo, porém, o Ministério de Exteriores israelense publicou um comunicado no qual acusava o Hamas - que controla a faixa desde junho - de "exagerar amplamente" no risco de crise humanitária, e o responsabilizava pela situação por lançar foguetes contra Israel.

     

    Intervenção egípcia

     

    "Este é um momento histórico, sua Excelência presidente Mubarak. Faça algo para evitar esta agressão. Diga aos líderes sionistas que o Egito estará à altura de sua responsabilidade árabe se não levantarem o cerco", pediu o dirigente do Hamas, Khaled Mashaal, nesta segunda.

    Mashaal assinalou em sua alocução, transmitida pela Al Jazira, que mandou uma mensagem a Mubarak através do chefe dos serviços de inteligência egípcios, Omar Suliman, para pedir que reajam o mais rápido possível para ajudar os palestinos de Gaza.

    O Egito faz fronteira com Gaza através da passagem de Rafah, fechada desde junho após o Hamas tomar o controle da faixa territorial palestina. Mashaal, que vive na capital síria, disse aos dirigentes israelenses que eles estão enganados em acreditar que o bloqueio diminuirá a vontade dos palestinos.

    "Esses terroristas, (o primeiro-ministro israelense) Ehud Olmert e (o líder da oposição israelense) Benjamin Netanyahu sonham se pensam que este cerco romperá a vontade de nosso povo palestino, inclusive sobre seu sangue e suas caveiras", indicou Meshaal.

    Os 22 países-membros da Liga Árabe vão se reunir nas próximas horas para discutir sua postura em relação a esse bloqueio.

    Temor de recessão nos EUA derruba bolsas na Ásia e Europa

    LONDRES - A semana começa bastante pesada nos mercados da Ásia e Europa. As bolsas exibem forte queda, derrubadas pela percepção de que a economia dos Estados Unidos entrará em recessão. O plano do presidente George W. Bush, anunciado na sexta-feira, 19, não acalmou os investidores. Ao contrário, ficou a sensação de que as medidas são insuficientes para reanimar a maior economia do mundo. A falta de detalhes sobre o plano de Bush também contribui para acirrar o nervosismo do mercado. O pacote de estímulo fiscal para os EUA deve ser de aproximadamente 1% do PIB, algo entre US$ 130 bilhões e US$ 150 bilhões.

     

    Mesmo com o mercado americano fechado nesta segunda-feira, 21,, devido ao Dia de Martin Luther King Jr., os investidores não terão alívio. Além de todos os problemas já gerados pela crise do subprime, surgem novos temores em relação às agências seguradoras de bônus. No mercado, há quem acredite que as notícias divulgadas até agora sejam apenas a ponta de um iceberg, indicando problemas muitos maiores para os próximos dias.

     

    O jornal Financial Times desta segunda aponta para o acirramento da percepção do "risco de contraparte", algo que ficou completamente apagado durante a bolha de crédito e agora surge como grande preocupação.

     

    O rebaixamento do rating da ACA, uma seguradora de bônus pequena, já fez com que algumas de suas contrapartes, como Merrill Lynch e Credit Agricole, registrassem baixas contábeis. A ACA, que agora luta para escapar da insolvência, vende para os bancos um tipo de seguro contra perdas no mercado mais arriscado de dívidas. Se a companhia for à falência, esses seguros viram pó e todos os outros bancos que fecharam negócios com a ACA registrarão prejuízos, explica o FT.

     

    As tensões envolvem ainda outras duas seguradoras: a Ambac e a MBIA. Na última sexta-feira, a Ambac Financial Group perdeu seu rating AAA concedido pela Fitch Ratings.

     

    Especialistas também já apontam que a retração da economia americana tem poder para esfriar o mercado de commodities, que passou por valorizações expressivas durante anos. Existe a percepção de que o cobre pode cair pela primeira vez em 2008, após sete anos seguidos de alta. Além do esfriamento da atividade nos EUA, conta também o fim das construções necessárias para a realização das Olimpíadas na China neste ano, algo que vinha dando boa sustentação para as commodities metálicas. O petróleo opera em queda nesta segunda.

     

    As perdas nas bolsas da Ásia foram bastante elevadas nesta segunda-feira. O índice Hang Seng, de Hong Kong, mergulhou 5,5%, acompanhado pelo indicador de Shangai, da China, que afundou 5,14%. O índice de Nikkei, do Japão, teve perda um pouco menor, de 3,86%, mas ainda assim expressiva.

     

    Europa

     

    O tom negativo segue pela Europa. Às 9h43 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 3,70%, a de Paris cedia 5,03% e a de Frankfurt recuava 5,72%.

     

    Em Frankfurt, o Commerzbank puxa o movimento e cai mais 5%, depois que o Deutsche Bank rebaixou sua recomendação de compra para manter, citando o "risco relacionado a recessão". O Deutsche Bank também reduziu o preço alvo do Commerzbank de 33 euros por ação para 25,50 euros por ação. "Com as tensões sustentadas em certas partes dos mercados de capitais, o risco de uma recessão e as implicações negativas para os bancos aumentam", alertaram os analistas do Deutsche Bank.

     

    Um trader alemão citou "vendas parecidas com pânico" e afirmou que uma recuperação parece improvável, à luz do feriado nos EUA. Entre outros destaques de perdas da Bolsa de Frankfurt, as ações da Allianz despencam 8,7%, as do Hypo Real Estate caem 8,7%, as do Deutsche Bank cedem 6,3% e as da Deutsche Boerse recuam 10%.

     

    "Nós estamos no meio de uma grande liquidação. Eu espero que nós estejamos perto do fim. Esses são os dias em que você sente que envelheceu anos como gestor de portfólios", disse Susan Levermann, gestora de fundos do DWS Investment GmbH em Frankfurt.

     

    Em Paris, as ações do Société Générale caem 7,1%, as do BNP Paribas cedem 7% e as do Credit Agricole devolvem 6,5%. Um trader local destacou que os volumes estão baixos e afirmou que o pânico não está se instalando.

     

    Em Londres, as ações do Royal Bank of Scotland caíram 3,6%, as do HBOS cederam 2,8% e as do HSBC devolveram 2,7%.

    January 19

    BOLICIA AGUARDA RETOMADA DE NEGOCIAÇÕES COM O BRSIL

    O ministro dos Hidrocarbonetos da Bolívia, Carlos Villegas, disse ontem, durante entrevista coletiva na capital argentina, que deve viajar ao Brasil "depois do carnaval, talvez em fevereiro ou março... não tenho data definida por enquanto". Villegas viajará ao Brasil para reunir-se com representantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na agenda energética, que definiu como "ampla", está a discussão sobre os compromissos e novos investimentos da Petrobrás em território boliviano no setor de gás.

    O ministro disse que está em compasso de espera: "Ainda precisam me confirmar se ocorrerão - ou não - mudanças nas autoridades da área energética no Brasil". Perguntado sobre eventuais atritos com Brasília por causa do gás, descartou quaisquer problemas. Segundo ele, o presidente Lula, em 2005, disse que aceitaria as decisões soberanas do governo boliviano.

    Villegas foi cauteloso e preferiu não fazer estimativas sobre o aumento da produção de gás na Bolívia para este ano. Segundo ele, atualmente, a produção é de 42 milhões de metros cúbicos diários. "Desses, o Brasil, no marco do contrato com a Petrobrás, cada dia faz nominações. E por isso, flutua na faixa dos 26 milhões a 32 milhões de metros cúbicos diários. Alguns dias são 30 milhões, outros são 27 milhões. A nominação é variável de acordo com as necessidades do mercado interno. Pelo lado do mercado boliviano, ele absorve 5 milhões de metros cúbicos diários. E a diferença é enviada ao mercado argentino."

    Há duas semanas, em La Paz, Villegas havia admitido que, apesar dos investimentos recentes no setor de gás, a produção não aumentaria significativamente até o fim de 2008, e esse volume de produção não permitiria ao país "cumprir de forma completa os contratos com o Brasil e a Argentina".

    Pouco antes de chegada de Villegas a Buenos Aires, o ministro da Presidência da Bolívia, Juan Ramón Quintana, declarou à Télam, a agência estatal de notícias da Argentina, que "o Brasil está atravessando uma crise energética, e a Argentina está incrementando seu crescimento econômico, fato que leva a Bolívia a acelerar a procura e exploração de gás".

    Em Buenos Aires, Villegas reuniu-se com o ministro argentino do Planejamento Federal, Julio De Vido, com quem organizou os detalhes da visita do presidente Evo Morales prevista para sexta-feira, 25 de janeiro.

    MINISTRO pede para filho de lobão se retirar do DEM

    O presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), defendeu ontem a saída de Edison Lobão Filho (MA) do partido o mais rápido possível. Para Rodrigo, a permanência de Edinho no DEM é insustentável, mesmo com sua desistência de assumir uma cadeira no Senado com a nomeação de seu pai, senador Edison Lobão (PMDB-MA), para o Ministério de Minas e Energia. Sem falar em expulsar de Edinho do partido, Maia diz acreditar no "bom senso" do político. Edinho é investigado pelo Ministério Público do Maranhão pela suspeita de ser sócio oculto da distribuidora de bebidas Itumar, que teria sonegado R$ 42 milhões em 2000.

    O DEM vai tomar alguma atitude em relação a Edison Lobão Filho, agora que ele desistiu de assumir como suplente de seu pai no Senado?

    Mesmo ele não assumindo uma cadeira no Senado é bom que ele saia do DEM. O partido prefere ter um número menor de filiados, mas ficar com aqueles que acreditam no que a gente faz. Ninguém é suplente de um ministro do governo Lula sem estar junto com ele. É inevitável um conflito. Por isso, o melhor que ele pode fazer é seguir os passos de seu pai e se retirar do DEM.

    Então é inevitável a saída de Edinho do DEM?

    Na questão política não há solução. Não temos condições de ter os mesmos constrangimentos que tínhamos com o senador Edison Lobão, que, quando ainda estava no DEM, votava com o governo e fazia parte de um grupo próximo ao governo. Do ponto de vista ético, ele tem o direito a apresentar defesa. Mas ele só vai fazer isso se continuar filiado ao DEM.

    O que o DEM fará se ele resolver permanecer no partido?

    Vamos reunir o Conselho de Ética do partido e analisar a documentação que ele entregar em sua defesa. Essa é uma questão que constrange, atrapalha e precisa de uma resposta definitiva. Não pode ficar em banho-maria. Seremos tão contundentes com esse caso como temos sido com o governo do presidente Lula.

    O senhor espera que Edinho saia espontaneamente do DEM?

    Acredito que ele tenha todo o bom senso porque na questão política não tem saída. Ele é filho de um ministro que é do PMDB. Esse problema não é nosso. É um problema do PMDB.

    O DEM cogita pedir abertura de processo por falta de decoro parlamentar ao Conselho de Ética do Senado contra Edinho?

    Neste momento, ele ainda é filiado ao DEM e o caso dele será analisado pelo Conselho de Ética do partido. Não posso pensar em uma representação ao Conselho de Ética do Senado. Seria condená-lo previamente, sem ouvir sua defesa. Temos de analisar a documentação que ele prometeu encaminhar. Além disso, o Ministério Público ainda o está investigando. Ele tem direito a defesa.

    A deputada Nice Lobão é do DEM e mãe de Edison Filho. Ela fez algum pedido ao partido?

    Mãe é um coisa sagrada. Certamente esse processo vai gerar problemas de relacionamento do partido com ela. É natural que uma mãe fique ao lado do filho.

    FALHA MECANICA PROVOCA ACIDENTE COM AVIÃO EM LONDRES

    Investigadores disseram na sexta-feira que o acidente da véspera no aeroporto de Heathrow ocorreu porque os motores de um Boeing 777 da British Airways não responderam à ordem para acelerar.

    O avião caiu de uma altura relativamente pequena na cabeceira da pista, quando chegava de Pequim a Londres com 136 passageiros, que conseguiram fugir enquanto tripulantes usavam extintores para controlar um incêndio. O incidente deixou 13 feridos, sendo um passageiro em estado grave.

    "A aproximadamente 600 pés e a duas milhas de tocar o solo, o auto-acelerador exigiu um aumento na força dos dois motores, mas os motores não responderam", disse o Departamento de Investigações de Acidentes Aéreos em seu relatório preliminar. "Após outros pedidos de força aumentada do auto-acelerador, e subsequentemente com a tripulação movimentando os manetes do acelerador, os motores de forma similar deixaram de responder."

    A agência disse que o vôo transcorria normalmente até então, e que a investigação vai agora se voltar para uma análise mais detalhada das caixas-pretas e de "toda a gama de sistemas da aeronave" que possam ter afetado os motores.

    Recebido com aplausos eufóricos na sede da British Airways, o capitão Peter Burkill fez uma rápida declaração a jornalistas, mas sem comentar as possíveis causas do acidente.

    Mas elogiou os tripulantes por demonstrarem "os mais elevados padrões de capacidade e profissionalismo". Agradeceu os passageiros por "sua calma e bom senso" e elogiou a rapidez das equipes de socorro. Contou ainda que seu co-piloto, John Coward, estava nos controles durante os difíceis minutos finais do vôo.

    Especialistas da Boeing foram deslocados para se juntar aos investigadores oficiais e aos técnicos da Rolls Royce, que devem levar meses para apurar as causas do acidente. O avião possuía dois motores turbo-hélice Rolls-Royce RB211 Trent 895-17.

    Heathrow, aeroporto mais movimentado do mundo, tentava voltar ao normal na sexta-feira. Durante a manhã, mais de 50 vôos foram cancelados, mas a British Airways disse que todos os vôos de longa distância operam normalmente, e que o mesmo vale para 90 por cento dos trajetos menores.heatrow_investiga
    January 18

    PACOTE AMERICANO NÃO ANIMA INVESTIDORES...

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    SÃO PAULO - O mercado financeiro trabalhou durante a manhã na expectativa do anúncio do pacote de ajuda à economia norte-americana. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, não surpreendeu e os mercados passaram o resto do dia em ritmo morno. No encerramento dos negócios, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) estava em 57.506 pontos, alta de 0,82%. Apesar da alta, no mês, a Bovespa ainda acumula perda de 10%.

    O Ibovespa conseguiu se descolar de Nova York na reta final. Lá, o índice Dow Jones cai 0,40% e a Nasdaq - bolsa que negocia ações do setor de tecnologia e internet - recua 0,29%.

    Como era esperado, o presidente americano não detalhou as medidas do plano de recuperação da economia. Apenas deu as linhas gerais e adiantou que o estímulo será de 1% do PIB do país. Ou seja, um valor entre US$ 130 bilhões e US$ 150 bilhões. Ele adiantou que o pacote é temporário e deve ser montado rapidamente.

    O secretário do Tesouro norte-americano, Henry Paulson, já adiantou que a maior parte do pacote deverá ter o consumidor como alvo principal. Além disso, o pacote poderá estimular a criação de 500 mil empregos

    Repercussões

    "O pacote criou uma expectativa muito grande, que não foi atendida pelo anúncio em si. O volume de recursos que deve ser aplicado na ajuda, em torno de US$ 150 bilhões, até é boa, já que supera as perdas estimadas pela crise, algo em torno de US$ 100 bilhões, mas o problema é que o prejuízo final ainda é incerto", comentou Fausto Gouveia, da Alpes Corretora.
     
    A seu ver, o problema é bem mais profundo do que simplesmente injetar dinheiro na economia, porque também será preciso restaurar a confiança da população. Endividadas, as pessoas temem voltar a gastar. Gouveia também chamou a atenção para a agilidade na implementação das medidas. "O rápido de Bernanke e Bush não é o rápido do Congresso, que nem está funcionando ainda", registrou. "E o momento exige medidas imediatas. Precisa ser algo rápido de verdade", ponderou.

    Para o economista Bráulio Borges, da LCA Consultores, o pacote só deve começar a mostrar seus efeitos sobre a economia do 2º trimestre em diante. "A situação do primeiro trimestre já está dada", salientou. Até lá, afirmou o economista, os mercados devem manter a volatilidade. O economista disse ainda que a partir do segundo trimestre ficará mais claro se os EUA entrarão em recessão. Borges espera que o PIB do 1º trimestre fique perto de 0%, com uma média de crescimento de 1,5% por trimestre ante uma média de 3% no ano passado. Para o final do ano, o economista prevê PIB "pouco abaixo de 2%". Para Borges, os juros americanos devem cair 0,5 ponto porcentual em janeiro e mais 0,25 em março.

    Já o professor de economia da PUC-SP e também membro do Conselho Superior de Economia da Federação das Indústrias do Estado, Antonio Correia de Lacerda, é mais otimista. Ele avalia que as medidas do governo americano devem aquecer a economia. "Eu particularmente não acredito que a economia americana entre em recessão, mas sim sofra uma desaceleração", disse. Ele lembrou que o economista Keynes em 1929 defendeu os mesmos mecanismos para acelerar a economia americana, em recessão naquele momento. "Volto a repetir, são medidas monetárias clássicas. O poder executivo pode adota-las. O Banco Central, o Federal Reserve, deverá por sua parte, reduzir os juros também", disse o economista

    Oscilação continua

    A única certeza que vale para os mercados é a de que a volatilidade continua, como se repetem em dizer os especialistas nas últimas semanas. Até que alguma coisa concreta se efetive, do lado bom ou ruim, nos Estados Unidos, as decisões ficam comprometidas pelo dia-a-dia. E na semana que vem, haverá dois feriados - segunda-feira, nos EUA, de Martin Luther King Jr., e na sexta em São Paulo, de aniversário da cidade - para concentrar as operações.

    January 12

    ASSISTÊNCIA JURIDICA

    CONTAMOS COM UMA BANCADA DE ADVOGADOS DOS MAIS CONCEITUADOS DO PAÍS, PARA SOLUCIONAR QUALQUER PROBLEMA RELATIVO À DOCUMENTOS IMOBILIÁRIOS, BEM COMO PARA TRATAR DA ÁREA CÍVEL E CRIMINAL, EM GERAL, ENTRE ESTES PROFISSIONAIS ESTÃO OS DOUTORES JOSÉ CARLOS; ALBINO CASTRO E EUCYR CORDEIRO.

    Nivaldo Baldo - Prof. Doutor Franacisco Canindé Pegado

    Em parceria com o Professor Nivaldo Baldo, um das pessoas que mais recuperou atletas, no mundo e juntamente com o Professor Doutor Francisco Canindé Pegado, um dos maiores sindicalistas do mundo, estamos viabilizando um empreendimento que virá a ser um centro de excelencia para recuperação de atletas, com visibilidade á nível mundial.
    Temos interesse em agreagar parcerios para o referido empreendimento.
    Entre em contato comigo que teri o maior prazer em passar todas as informaões que forem necessárias e também esclarecer qualquer duvida que por ventura possa vir a aaprecer.

    Mato Grosso Do Norte - Vila Rica

    Tenho uma área no Mato Grosso do Norte, mais especificamente na cidade de Vila Rica, com 40.000 há, totalmente documentada, onde procuro parcerios para efetuarmos, em conjunto, um projeto de reflorestamento, bem como para a implantação de uma agro-vila.
    Tenho todas as informações necessárias para aprovarmos o referido projeto bem como parceiros para buscarmos o capital necessário para a implantação do projeto.
    A minha intenção visa também a preservação do meio ambiente, a implantação de uma faculdade, voltada excluisivamente, para as causas ambientais e sociais, que teria visibilidade a nível internacional.

    Comentários

    ---Atuo no mercado imobiliário desde o ano de 1.999, já fiz diversas aprovações de projetos para diversas empresas e também para minha pessoa, tenho todas as informações nescessárias para realizar aprovações em um curto espaço de tempo, desde que sejam respeitadas as normas exigidas pelos órgãos publicos.
    ---Estou pronto e apto para pegar o seu projeto e aprova-lo, desde à raiz.
    ---Aguardo o eu contato para que possamos marcar nossa primeira reunião.
    ---Obrigado
    ---Luís Carlos Amaral

    Aprovo áreas para loteamento em todo Estado de São Paulo

    ---Aprovo áreas para loteamento em todo Estado de São Paulo.
    ---Fone: (011) 7257-8540
    ---Tenho também áreas aprovadas para negociação.
    ---Faço parcerias para implantação das obras de infra-estrutura urbana.
    ---Luís Carlos Amaral